Bruno Perillo trabalha Nelson Rodrigues em “O Beijo no Asfalto”

Descrição do Curso:

Todo grande autor torna-se de alguma maneira eterno. Suas temáticas e a forma com que sua escrita as evidências fazem de Nelson Rodrigues um desses raros. O Beijo no Asfalto contém a potência dramatúrgica que transcende a época e o local em que é montado, mas o que particularmente hoje no Brasil esta obra pode trazer é o que nos interessa. A proposta deste módulo de estudos é proporcionar aos participantes um mergulho nesta obra icônica do teatro brasileiro. Mergulho profundo, nas seguintes etapas:

– Entendimento do texto, esmiuçando detalhadamente as 14 cenas da obra. O que ela pode representar hoje? O que ela revela do Brasil e do brasileiro?
– Análise das rubricas minuciosas do Nelson.
– Estudo prático da prosódia rodrigueana, passando da leitura do texto ao envolvimento corporal do ator e da atriz dizendo o texto, o que envolve pensamento vivo na ação e na relação com o outro.
– Improvisos físicos de cada cena, sem falas e posteriormente com falas, e trilha sonora.
– Experimentações com os personagens, mudanças de papéis, propostas de cenas.

Sobre a Ministrante: Bruno Perillo

Pós-graduado em Direção Teatral. Formado em 1994, começou sua carreira profissional em 1995, ao ingressar no Grupo Tapa – cursos, oficinas e workshops com Eduardo Tolentino, Denise Weinberg, Brian Penido e Guilherme Sant’Anna, além de Neide Neves (corpo), Gustavo Kurlat (canto e violão) e Valentin Trepliakov (diretor do Teatro de Arte de Moscou).

Em 2008 participou do workshop com o diretor inglês Declan Donellan no British Council em São Paulo. Trabalhou com diretores como Nelson Baskerville, Cassio Scapin, Domingos Nunez, Gustavo Kurlat, Kleber Montanheiro. Em 2009 foi indicado ao Prêmio Shell pela direção musical de Querô, uma Reportagem Maldita, de Plínio Marcos.

Em 2019, indicado a melhor diretor nos Prêmios APCA e Aplauso Brasil pela peça Chernobyl, de Florence Valéro. Dirigiu O Beijo no Asfalto (de Nelson Rodrigues, 2020, 2019), Chernobyl (de Florence Valéro, 2020, 2019), A Vida em Vermelho (de Aimar Labaki, 2018), Swallow (de Stef Smith, 2017), Ato a Quatro (de Jane Bodie, 2015), Velhos Tempos (de Harold Pinter, 2006), O Campo (de Martin Crimp, 2007), Cabaret Luxúria (de Rachel Ripani, 2012), Ânsia – Terra Desolada (baseado em Crave, de Sarah Kane), Nada Mais Foi Dito Nem Perguntado (de Luis F. Carvalho, 2005), Querô (de Plinio Marcos, direção musical, 2009), A Saga de Cecília (de Carlos Francisco, direção musical, 2012), Lorelay (de Marie Darrieaussecq, 2010).

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